Lei de Pureza Alemã
Desde os primórdios a cerveja faz parte da humanidade, sendo parte integrante até nas leis da antiguidade. Um exemplo é o codigo de Hamurabi, onde constavam pagamentos em cerveja e até mesmo condenação a morte por fabricação de cerveja ruim. (Ah, se ainda existisse essa lei!) A Reinheitsgebot (lei de pureza alemã) foi uma lei promulgada pelo duque Guilherme IV da Baviera, em 23 de Abril de 1516. Uma das mais antigas leis alimentares da Europa. A Lei de Pureza da Cerveja instituiu que a cerveja deveria ser fabricada apenas com os seguintes ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. (Fonte:Wikipedia). O processo de fermentação era considerado uma intervenção divina. Por não ser conhecido na época, o fermento não entrou como matéria-prima. Sua utilização foi permitida a partir de 1993, através de uma Lei Provisória, onde também foram aceitos o malte de trigo e etc. No Brasil temos cervejarias que divulgam em seus rótulos a descrição: “Seguimos a Reinheitsgebot” ou “Seguimos a Lei de Pureza de 1516” como método de marketing de seus produtos. Especificamente, não se pode ter a Lei de Pureza como garantia de qualidade (apesar de concluir que naquela época sua criação era necessária). Tomemos como exemplo as cervejas belgas, poucas, senão raras, seguem a lei de pureza, usando como ingredientes grãos não maltados, açucares e condimentos. Apesar disso, elas constituem uma das melhores cervejas mundiais, oriundas de uma importantíssima escola cervejeira.“A qualidade da cerveja vem da alma do cervejeiro.”
Para dúvidas ou sugestões, entre em contato: peguinha@hotmail.com
Ótimas cervejas e até a próxima
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